segunda-feira, 22 de abril de 2013

Papa: apenas a Igreja é capaz de interpretar as Escrituras


O papa Francisco expressou nesta sexta-feira seu compromisso com o pleno respeito à tradição da Igreja, a única habilitada a interpretar corretamente as Escrituras, e rejeitou "a interpretação subjetiva", em seu primeiro discurso ante o Comitê da Bíblia do Vaticano.
Nesta intervenção a "especialistas" - e não apenas para fiéis, como a maioria de seus discursos do último mês - o papa jesuíta fez uma longa referência a um texto do Concílio Vaticano II ( 1962-1965), a Constituição "Dei Verbum" ("A Palavra de Deus"), sobre o papel da Igreja.
Até o momento, ao contrário de Bento XVI, o novo papa pouco tinha mencionado o Concílio, ao qual ele é o primeiro pontífice das últimas décadas a não ter participado. Uma omissão surpreendente.
"O Concílio lembrou com grande clareza: tudo o que está relacionado com a maneira de interpretar as Escrituras está, em última análise, sujeito ao julgamento da Igreja, que realiza o seu mandato divino e o ministério de preservar e interpretar a palavra de Deus".
Para o papa, "há uma unidade indissolúvel entre Escritura e Tradição", que são "conjuntas e se comunicam entre elas", "formando, de certa maneira, uma única coisa", declarou.
"A Sagrada Tradição transmite a Palavra de Deus plenamente (....) Desta forma, a Igreja tira a sua certeza a respeito de todas as coisas reveladas não só nas Sagradas Escrituras. Uma como a outra devem ser aceitas e veneradas com sentimentos semelhantes de piedade e respeito", disse em um discurso que revela um papa muito respeitoso da autoridade da Igreja.
Como resultado, "a interpretação das Escrituras não pode ser apenas um esforço intelectual individual, mas deve ser sempre confrontado, inserido e autenticado pela tradição viva da Igreja", argumentou.
Esta declaração, na linha de Bento XVI, não deve agradar os protestantes ou católicos contestatórios, como o suíço Hans Küng, que reivindicam o direito de interpretar livremente as Escrituras.
Para ser claro, o papa denunciou "a insuficiência de qualquer interpretação sugestiva, ou simplesmente limitada a uma análise incapaz de acolher o significado global que tem sido construído há séculos pela tradição de todo o povo de Deus."http://noticias.terra.com.br/mundo/europa/renuncia-do-papa/papa-apenas-a-igreja-e-capaz-de-interpretar-as-escrituras,d6e8f62483efd310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html

Deus é a motivação.


Tenho encontrado algumas pessoas que desanimam ao longo da jornada cristã. Fico pensando… Quais seriam os motivos? Pressão? Depressão? Quem sabe? Ainda bem que temos a Bíblia.
No texto Sagrado existe um livro muito bonito, que às vezes passamos por alto. Estou falando do livro de Zacarias. Você já leu Zacarias? Ainda não? Então está na hora. No livro há o registro de oito visões. Elas são lindas. Elas são motivadoras. Deixe-me explicar o pano de fundo, para entendermos as visões.
Vamos lá… No ano de 538 AC, alguns Judeus voltaram para Jerusalém, deveriam restaurar a cidade…o templo e os muros. Começaram com alegria. O Templo era o orgulho da nação. Uma referência para a vida cristã. Os judeus eram estritamente religiosos, e o trabalho ia de vento em poupa. Mas, o Inesperado aconteceu alguns inimigos começaram a dizer e fazer coisas para impedir o trabalho. Eles desanimaram…pararam a restauração.
Nesse contexto é que surge Zacarias, 18 anos após o início da restauração (520 AC), Deus envia através do profeta mensagens de motivação e esperança. A segunda visão é muito linda “Levantei os olhos e vi, e eis quatro chifres. Perguntei ao anjo que falava comigo: que é isto? Ele me respondeu: São os chifres que dispersaram a Judá, a Israel e a Jerusalém. O Senhor me mostrou quatro ferreiros. Então, perguntei: que vêm fazer estes? Ele respondeu: Aqueles são os cifres que dispersaram a Judá, de maneira que ninguém pode levantar a cabeça; estes ferreiros, pois, vieram para os amedrontar, para derribar os chifres das nações que levantaram o seu poder contra a terra de Judá, para a espalhar.”Zacarias 1: 18-21. Buscando auxilio das Escrituras podemos descobrir quais eram as quatro nações-chifre. Em 2 Reis 24:2 elas são identificadas: os Caudeus, Siros, Moabitas e Amonitas. Estas humilharam o povo de Deus, fazendo com que andassem de cabeça baixa. Só a lembrança das suas ações, causavam pavor.
Você já sentiu medo de alguma lembrança do passado? Sim. Quando olho para os acontecimentos da atualidade e observo a reação do ser humano, constato que hoje ainda os “chifres” atuam para a separação entre nós e Deus. Os “chifres”ainda nos humilham. Como? Simples. Os chifres são identificados por algumas características. Quando pensamos na Caudéia (Babilônia)…sempre lembramos de confusão religiosa. Aquela do tipo, onde as pessoas misturam o santo com o profano. Moabe e Amon; lembra da história deles?…ambos eram filhos de Ló com suas filhas. Que bagunça. Que pecado! Que loucura. Total imoralidade.
Tenho percebido que Satanás tem utilizado muito a “confusão”religiosa e a imoralidade, na tentativa de nos afastar de Deus. Quando não temos a certeza do caminho do Senhor; quando a Palavra de Cristo parece não fazer sentido; quando esquecemos das práticas da piedade e não conseguimos ver a diferença entre o certo e o errado, aí estamos em perigo. É Babilônia agindo em nós.
Por outro lado, Moabe e Amon também agem. Você já percebeu que a imoralidade invadiu todos os setores, todos os relacionamentos e práticas? Realmente vivemos num mundo imoral. Só que tal situação é vista como normal; alguns chegam ao cúmulo de atribuir a Deus algumas situações imorais. A imoralidade nos afasta de Deus. Quer fazer um teste?
Depois de assistir todas as novelas e de ver cenas fortes, será que você conseguirá se relacionar com Deus? Acho que não. Entretanto, Deus da mesma forma que prometeu derribar os chifres no passado, age no presente para desfazer a obras destes chifres.
Não precisamos andar humilhados, o Senhor nos dará a vitória. Ao povo de Israel Deus enviou uma mensagem de motivação. A nós envia a mesma mensagem. Porque Ele não muda. Ele continua sendo o Deus que motiva seus filhos a viverem com Ele. O Deus que destrói os chifres da confusão religiosa e da imoralidade. Creia nisso.
Pr. Argemiro Andrade

Cineasta Adventista fala como consegue conciliar sua fé com o cinema!


Cineasta adventista fala sobre o sábado com Oprah Winfrey

setembro 3, 2012

Devon Franklin, 34 anos,cresceu na Igreja Adventista do Sétimo Dia. Como parte de sua fé, ele guarda o sábado,sendo assim guardado do pôr-do-sol da sexta-feira ao pôr-do-sol do sábado. Com isso, ele tem que realmente “desconectar seu blackberry”nesse período indo contra os costumes de Holywood. Em uma entrevista com Oprah Winfrey, ele fala de sua fé, de seus princípios e de como conseguiu chegar até onde chegou mesmo seguindo tudo o que acredita.
Franklin lançou um livro entitulado Produced By Faith em que compartilha pensamentos e conselhos de como uma pessoa consegue chegar a ter enorme sucesso sem perder os princípios, a espiritualidade em relação as coisas materiais deste mundo.
Há outros fatos interessantes também sobre Franklin como o seu voto de castidade(celibato) com sua noiva e atual esposa Meagan Good também atriz. Hoje já são casados.
Veja uma parte da entrevista com legendas abaixo: